Polícia
Executado com 15 tiros em Deodápolis possuía passagens por tráfico e receptação
Ronald Aguirre Dias foi flagrado no mês passado em carro receptado em Sidrolândia
Domingo, 06 Novembro de 2022 - 15:15 | Redação

O jovem, de 21 anos, identificado como Ronald Aguirre Dias, executado na noite deste sábado, 05 de novembro, em Deodápolis (MS), possuía extensa ficha criminal na Polícia Civil de Mato Grosso do Sul. A vítima fatal era moradora de Ponta Porã e estava no município do interior para comemorar o aniversário do filho, de dois meses.
Conforme apurado pelo Diário Digital, junto ao site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Ronald possuía processos nas cidades de Campo Grande, Maracaju, Ponta Porã e Sidrolândia, tanto por tráfico de drogas quanto por receptação. No caso mais recente, foi flagrado em 3 de outubro com carro produto de furto em Indaial (SC) que estava com peças e características adulteradas. O caso foi registrado como receptação de veículos.
Em 2018, o Batalhão de Choque da Polícia Militar prendeu Ronald e mais quatro integrantes de quadrilha responsável por tráfico de drogas em Mato Grosso do Sul. Na ocasião, o veículo Corolla utilizado pelos criminosos e que era dirigido por Aguirre apresentou defeito às margens da rodovia.
Ao mesmo tempo, os policias do Choque haviam recebido informação de que veículo Toyota Corolla entraria em Campo Grande (MS) carregado de drogas. Os militares fiscalizaram a BR-163 e encontraram o veículo abandonado e carregado com tabletes de maconha. Após rondas, acharam Ronald e os outros integrantes da quadrilha. Ao todo, foram apreendidos mais de 1100 quilos de maconha.
Execução - O autor da execução ainda não foi identificado, porém testemunhas relatam que seria homem moreno claro, com cerca de 1,75 metros de altura, e que vestia casaco cinza. O homem foi até a rua Eraldo Rodrigues de Oliveira, no Jardim Amora, onde Ronald iria comemorar o aniversário do filho de dois meses, e o chamou pelo nome. Quando a vítima respondeu, foi assassinada com ao menos 15 tiros.

A esposa de Ronald, bem como os filhos, de dois meses e quatro anos, e os pais da vítima fatal presenciaram a execução. A companheira da vítima, inclusive, foi atingida por disparo de raspão no pé e socorrida ao hospital.
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