Geral
MS fica em 5º lugar em ranking nacional
Com uma taxa de 5%, Estado aumentou seu índice de desocupação em relação a 2023
Domingo, 19 Maio de 2024 - 17:10 | Pedro Henrique Fursts

Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar Contínua (PNAD Contínua) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Mato Grosso do Sul teve a quinta menor taxa de desocupação do País no primeiro trimestre de 2024. O índice de desocupação do Estado ficou em 5%, um ponto percentual acima do índice apurado no quarto trimestre do ano passado (4%).
O movimento já era esperado e ocorre regularmente no primeiro trimestre de cada ano devido ao impacto das demissões dos trabalhadores temporários contratados para atender as demandas da movimentação comercial do fim de ano, ponderou Jaime Verruck, secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).
Jaime observa que a economia do Estado continua em plena atividade e o índice de 5% apurado até o final de março pode não refletir mais a realidade, pois já se passaram mais de 45 dias da realização do levantamento. "Além disso, quando comparamos com o primeiro trimestre de 2023, notamos uma situação de estabilidade nos índices (4,8% e 5%), portanto essa movimentação da economia é sazonal e já era esperada", ponderou.
Conforme o secretário, o índice de Mato Grosso do Sul está muito perto do que os economistas costumam considerar "pleno emprego", que é quando a taxa de desocupação fica abaixo de 4% da população economicamente ativa.
Apenas três estados (Mato Grosso e Rondônia, com 3,7%; e Santa Catarina, com, 3,8%), enquadravam-se na condição de pleno emprego durante o primeiro trimestre de 2024. O quarto menor índice foi do Paraná, com 4,8% e em seguida vem Mato Grosso do Sul, com 5%. A Bahia tem o maior índice, com 14%, seguida de Pernambuco (12,4%) e do Amapá (10,9%).
Em todas as regiões do País a desocupação atinge mais as mulheres do que os homens. Essa diferença é menor na região Sul: enquanto o índice de homens desocupados é de 4,1%, o de mulheres é de 6%. A região Nordeste, que possui o maior índice de desocupados, ostenta a maior diferença de ocupação entre os sexos: 9% para os homens e 14% para as mulheres. Na região Centro-Oeste a diferença é de 3,1% (enquanto a desocupação só atinge 4,7% dos trabalhadores do sexo masculino, a fatia de mulheres sem emprego é de 7,8%).
O IBGE considera desocupadas as pessoas com mais de 14 anos que, na semana de realização da pesquisa, estavam sem trabalho que gera rendimento para o domicílio, que tomaram alguma providência efetiva para conseguir trabalho durante os 30 dias anteriores à pesquisa e que estavam disponíveis para exercer alguma atividade remunerada naquela semana.
Os pesquisadores do IBGE fizeram cerca de 2.200 entrevistas em 211 mil domicílios de 3.464 municípios durante o levantamento. Os resultados estão disponíveis na página do Instituto na Internet.
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