Geral
Conectando universidades e empresas
ParkTec-CG impulsiona a parceria com comunidade acadêmica
Domingo, 19 Maio de 2024 - 07:30 | Pedro Henrique Fursts

Com inovação e elo entre empresas e a comunidade acadêmica, o Parque Tecnológico de Campo Grande (ParkTec-CG) impulsiona a conexão de universidades e empresas, um grande exemplo disso foi o “Tech e Invest CG”, que promoveu um intercâmbio de conhecimento com a participação da B3: A bolsa do Brasil, UFMS e Darwin Startups. Networking e ciclos de palestras sobre inovação e tecnologia aplicadas aos negócios e carreiras foram alguns dos atrativos. A iniciativa foi realizada em colaboração com a Secretaria Municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio e com os idealizadores do projeto Protagonistas do Futuro, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS).

Marcelo Turine, reitor da UFMS, afirmou que eventos como este são fundamentais para dar espaço à informação e oportunidades de incubação e aceleração de empresas para provocar mudanças na cultura e no pensamento do ecossistema empreendedor. “Não há parque tecnológico sem a presença das universidades. Ter um espaço como esse, de apoio e parceria, é importante para os futuros empresários poderem enfrentar os desafios. Estreitar essas relações nos permite aproveitar o que as universidades têm de melhor – e, assim, podemos fazer cada vez mais conexões frutíferas”, completa.
O coordenador do ParkTec-CG, Deivid Machado, reforça a ideia de que o espaço tem como um de seus pilares promover experiências e acesso a conhecimento para que jovens se preparem para o futuro e assimilem as transformações das profissões e dos negócios. A parceria com o Protagonistas do Futuro é ancorada neste objetivo comum de promover a interação entre os diversos segmentos: institutos de pesquisa, empresas privadas, órgãos públicos e universidades. Formado por quatro alunos de Engenharia de Software, o projeto tem como propósito orientar carreiras em tecnologia e fomentar oportunidades dentro do próprio estado.

Lourdes Oshiro Igarashi e Vinicius Feitosa, integrantes do projeto, destacam as oportunidades oferecidas. “Muitos alunos de eixos como Engenharia da Computação acabam indo para outros estados porque aqui no Mato Grosso do Sul não encontram oportunidades. Trazendo outras empresas para cá, conseguimos promover esse ciclo. O parque vem para centralizar todo mundo, por ser um espaço neutro e gratuito”.
A união de diversas vertentes em busca de objetivos comuns foi ressaltada como um marco significativo, pois abre novas possibilidades de emprego qualificado e desenvolvimento econômico. “Juntos, podemos mostrar o nosso potencial. Somos um estado rico, bem localizado e a vinda da Rota Bioceânica aumentará ainda mais a nossa força”, completam.
Para Tainã Xavier, cientista de dados da B3, alcançar o encontro de várias vertentes que buscam o mesmo direcionamento é um marco significativo. “Um momento de suma importância, em que a comunidade está inserida neste lugar para tirar proveito da inovação tecnológica, que também vem da comunidade acadêmica”.
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