Política
Amigo de Bolsonaro desde 2010, Pollon foi o deputado federal mais bem votado do MS
Deputado defende uso da arma de fogo e acredita que se as mulheres andassem armadas, a violência contra elas "certamente diminuiria"
Segunda-feira, 17 Outubro de 2022 - 09:11 | Thays Schneider

Deputado Federal mais bem votado de Mato Grosso do Sul, Marcos Pollon ( PL) é advogado e amigo do presidente da República Jair Bolsonaro (PL), desde 2010, quando Bolsonaro ainda era deputado federal do Estado do Rio de Janeiro. Pollon foi o candidato eleito com 103.111 mil votos. Nesta segunda-feira (17), Pollon concedeu entrevista ao programa Noticidade Primeira Edição da Rádio Cidade FM 97, e comentou sobre seus projetos para MS e seu companheirismo com Bolsonaro.

Deputado em entrevista ao programa Noticidade Primeira Edição (Foto Luciano Muta)
Marcos Pollon é natural de Dourados e sempre trabalhou nos bastidores da política. "Minha esposa era contra minha entrada na política, mas, por conta de um certo episódio, ela passou a ser a favor e desde então, trabalhei muito, e sou grato a Deus e aos sul-mato-grossenses que depositaram sua confiança em mim", reconhece.
Conhecido por projetos polêmicos, Marcos Pollon é especialista em legislação de controle de armas, pró-Deus, pró-vida e pró-armas, foi fundador da Academia de Direito Processual (ADPMS) e Instituto Conservador de Mato Grosso do Sul. Ele é responsável pelo movimento pró-armas. "Vou lutar para que as pessoas de bem tenham acesso a armas, garantindo sua legítima defesa. Acredito que se as mulheres andassem sob posse de uma arma, a violência contra elas certamente diminuiria", afirmou.
Pollon disse que já se encontrou com o candidato à presidência da República após as eleições do primeiro turno e disse, ainda, que já manteve contato com seus amigos de direta em Brasília.
Para finalizar a entrevista, o deputado eleito afirmou que o Brasil tem tudo para ser um país prospero. “É inadmissível que Brasil retroceda e seja cleptocracia”, disse Marcos Pollon explicando a nomenclatura que a grosso modo seria um país governado por ladrões, como ele mesmo define caso, segundo a sua avaliação, o candidato a presidente do PT, Luiz Inácio da Silva seja eleito presidente do Brasil.
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