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Polícia

Suspeita de matar duas mulheres e um bebê é transferida para presídio em Jateí

Oragilda Batista Fernandes teve a prisão preventiva decretada durante audiência de custódia na quarta-feira (2), em Dourados

Quinta-feira, 03 Abril de 2025 - 14:54 | Marina Romualdo


Suspeita de matar duas mulheres e um bebê é transferida para presídio em Jateí
A mulher foi presa em flagrante após o crime pela equipe policial de Dourados (Foto: Sidnei Bronka/Ligado Na Notícia)

A indígena, Oragilda Batista Fernandes, que teve a prisão preventiva decretada pela Justiça pelo crime de triplo homicídio qualificado, foi transferida nesta quinta-feira (3) para o Estabelecimento Penal Feminino “Luiz Pereira da Silva”, no município de Jatei. A suspeita foi presa em flagrante na segunda-feira (31) na área indígena Avaeté, em Dourados.

Conforme divulgado pelo Diário Digital, a suspeita matou Janaína Benítez Amarilha, de 36 anos, Liria Snarde Batista, de 76 anos e, uma bebê de apenas 1 anos identificada como Mariana Amarilha Paula. Durante à noite de domingo (30), as mulheres que eram amigas consumiam bebida alcoólica e, em um certo momento, ocorreu um desentendimento entre a suspeita e Liria.

Já após a discussão, a suspeita usou um líquido inflamável para atear fogo no barraco, onde as vítimas estavam. Em seguida, as vítimas morreram no local e os corpos foram encontrados carbonizados no dia seguinte. Além disso, a Polícia Civil concluiu que antes de morrer, a idosa foi agredida com um pedaço de concreto e a bebê foi asfixiada.

Na segunda-feira (31), a Polícia Militar, Civil e a Perícia foram acionadas para atender a ocorrência. Durante as diligências, testemunhas relataram que avistaram uma pessoa saindo do local antes das chamas se alastrarem. Diante disso, Oragilda foi localizada e presa na Aldeia Bororó com alguns ferimentos de queimaduras e apresentava sinais de embriaguez.

Em seguida, ela foi encaminhada à delegacia e confessou o crime contra as vítimas. Além disso, o delegado do Setor de Investigações Gerais (SIG) responsável pelo caso, Erasmo Cubas, reforçou que não há indício da participação de outro envolvido no incêndio.  

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