Polícia
Proprietário de conveniência morto a tiros era "bom vizinho", relatam comerciantes locais
Lucas Sanabria, morto a tiros neste sábado, evitava brigas no local, descrevem vizinhos
Sábado, 07 Janeiro de 2023 - 09:48 | Victória de Oliveira e Kamila Alcântara

O assassino de Lucas Ferreira Sanabria, de 28 anos, chegou encapuzado e o executou após pedir cerveja para o comerciante. A vítima recebeu três disparos, dos quais dois podem ter atravessado o corpo de Lucas. Para vizinhos, o crime choca a região. O caso ocorreu na madrugada deste sábado, 07 de janeiro, no Parque do Lageado, em Campo Grande (MS).
Lucas e a companheira possuíam a conveniência há pouco mais de um ano. Outro comerciante, dono de bar na rua Cenira Soares Magalhaes, onde ocorreu o crime, afirma que Lucas e a esposa eram "bons vizinhos". “Em um ano, nunca houve confusão. Quando começava qualquer briga eles já recolhiam as cadeiras”, relata o homem, de 46 anos, que optou por não ser identificado.

Conforme registro policial, o autor chegou por volta das 01h e chamou Lucas pela grade pedindo cerveja. Quando a vítima atendeu, o homem realizou disparos de arma de fogo e fugiu após o crime. A história é reafirmada por outro comerciante vizinho, de 52 anos. “Quem estava no local disse que um homem chegou a pé, encapuzado, andou em volta até que pediu uma cerveja. Aí foi ao banheiro, quando saiu veio atirando contra o Lucas”, explica.
A esposa abriu a grade do local e chamou por outro cliente, que colocou Lucas no carro e socorreu a vítima. O proprietário da conveniência morreu durante atendimento.
O autor fugiu de carro após o crime. “Depois parece que ele saiu andando até a esquina, deu mais uns tiros para cima e conseguiu apoio de um carro para ir embora”, aponta o comerciante. A Perícia Técnica compareceu ao local pela madrugada e retornou durante a manhã deste sábado. A cerca de 300 metros da conveniência, encontraram dois projéteis disparos.

Ao todo, cinco disparos atingiram o homem no abdômen, costas e braço direito. O delegado plantonista da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, Lucas Caires explica que testemunhas escutaram apenas três tiros. “Ele tinha cinco perfurações, o pessoal ouviu três disparos e capsulas foram duas. Então ainda estamos apurando. O que provavelmente pode ter acontecido é as balas terem transfixado o corpo da vítima. A Polícia Civil acredita que foram três”, descreve.
O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro Especializado de Polícia Integrada (Cepol) como homicídio simples.
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