Polícia
Padrasto é preso suspeito de estuprar bebê de 2 anos em Brasilândia
Criança estava com lesões na cabeça, marca de mordida e com graves ferimentos genitália
Quinta-feira, 03 Outubro de 2024 - 17:31 | Marina Romualdo

A Delegacia de Polícia Civil de Brasilândia concluiu nesta quinta-feira (3) a investigação sobre o crime de abuso sexual contra uma criança de apenas 2 anos de idade que ocorreu na última sexta-feira (27). A vítima foi atendida no hospital da cidade, porém, foi encaminhada em seguida para Campo Grande.
De acordo com a polícia, o padrasto era o principal suspeito, foi preso em flagrante e inicialmente negou todas as acusações. Durante as investigações, foram apreendidos uma fralda com vestígios de sangue e um lençol, objetos encaminhados a perícia para exames, houve coleta de material genético do suspeito e, além de serem colhidos depoimentos de várias testemunhas, incluindo a mãe da criança.
Os exames apontaram lesões na cabeça da criança, uma marca de mordida e graves ferimentos em sua genitália. Já em novo interrogatório na terça-feira (1°), o suspeito confessou parcialmente o crime, alegando que teria acordado com o choro da criança, que supostamente teria caído da cama e machucado a cabeça.
Além disso, o suspeito afirmou que ao trocar e dar banho na vítima, acabou, por estar nervoso, introduzindo dois dedos na genitália da criança, causando as lesões. Segundo ele, ao perceber o sangramento, subestimou a gravidade do ferimento e foi trabalhar. Em relação à mordida, afirmou que foi o cachorro de estimação.
Contudo, laudos periciais e demais indícios obtidos durante a investigação, contradizem essa versão. Sendo assim, as provas apontam que a lesão na cabeça da criança foi causada por agressão em razão a trauma contuso, a mordida é compatível com a de um ser humano adulto, e as lesões genitais foram graves e provocadas intencionalmente.
O suspeito permanece preso e foi indiciado pelos crimes de estupro de vulnerável majorado, lesão corporal no contexto de violência doméstica e tortura majorada, no caso em questão, o autor não apenas cometeu abuso sexual, mas também submeteu a vítima a agressões físicas, como as mordidas e demais lesões, visando puni-la ou submetê-la ao seu controle e poder. Esses atos de violência física e psicológica provocam sofrimento profundo, caracterizando o crime de tortura.
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