Geral
Justiça mantém júri popular de Jamilzinho e mais três pela morte do Playboy da Mansão
Julgamento está sem data definida; são réus Jamil Name Filho, Marcelo Rios e mais dois
Domingo, 30 Julho de 2023 - 15:31 | Redação

Ainda sem data marcada, a Justiça de Mato Grosso do Sul optou por manter o júri popular de Jamil Name Filho, “Jamilzinho”, e mais três réus pela execução de Marcel Costa Hernandes Colombo, o “Playboy da Mansão”. O crime ocorreu em 2018, em um bar de Campo Grande, motivado por vingança.
A 2ª Câmara Criminal, com o desembargador Luiz Gonzaga Mendes Marques, explica que as investigações apontam autoria suficiente dos réus Jamil Name Filho, apontado como líder da milícia armada que agia no Estado, os ex-guardas municipais Marcelo Rios e Rafael Antunes Vieira e o policial federal Everaldo Monteiro de Assis. A decisão também opta por manter as qualificadoras do motivo torpe (vingança) e do recurso que dificultou a defesa da vítima.
A defesa de Marcelo Rios tentou adiar o julgamento alegando falta de provas que liguem o réu ao crime. Agora, o recurso será analisado pelo juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Aluízio Pereira dos Santos.
A data do julgamento pode ser determinada a qualquer instante pelo juiz. Durante o julgamento de Name Filho e Rios pela morte do estudante Matheus Coutinho - que ocorreu no início do mês - o magistrado da 2ª Vara pronunciou que o crime contra Playboy da Mansão deve ocorrer ainda este ano.

O assassinato do Playboy da Mansão ocorreu em 18 de outubro de 2018, em uma balada de Campo Grande. No depoimento de Paulo Xavier, o "PX", pai de Matheus Coutinho, o ex-funcionário dos Name contou a possível motivação da morte de Marcel Colombo. Segundo ele, na boate famosa localizada na avenida Afonso Pena, o "Playboy da Mansão" pegou um gelo do balde de bebidas de Jamilzinho e teria iniciado uma discussão
Segundo Paulo Xavier, o mesmo o jurou de morte. Em outubro de 2018, Colombo foi morto a tiros de pistola 9 mm, na Capital.
2º júri de Name e Rios - O julgamento da execução de Marcel Costa Hernandes Colombo será o segundo neste ano que Rios e Jamilzinho enfrentam pela Operação Omertà. De 17 a 19 de julho, os réus, junto a Vladenilson Olmedo, enfrentaram júri popular pelo assassinato do estudante de Direito Matheus Coutinho Xavier, morto por engano no lugar do pai, Paulo Xavier, o PX.
Name Filho, também conhecido como Jamilzinho, pegou 23 anos anos e seis meses de prisão, sendo condenado pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e emprego de emboscada e porte ilegal de arma.
Já Vladenilson Olmedo pegou 21 anos e 6 meses por homicídio qualificado e porte ilegal de arma. Marcelo Rios pegou 23 anos por homicídio qualificado e receptação. Os dois são apontados como os responsáveis por organizar a execução, enquanto Jamilzinho seria o mandante.
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