• Diretor de Redação Ulysses Serra Netto

Economia

Qualificação gratuita insere mulheres na agroindústria em MS

Ativos capacita mulheres para operação de tratores, colhedoras e caminhões além das áreas administrativas

Quinta-feira, 17 Outubro de 2024 - 13:00 | Redação


Qualificação gratuita insere mulheres na agroindústria em MS
(Foto: Divulgação)

Novas forças com nomes de mulheres, como Naci, Liliana e Sibeli, estão movendo a agroindústria em Mato Grosso do Sul. As portas estão se abrindo através de capacitações gratuitas para inserir o gênero no setor em funções antes exclusivas dos homens. A Atvos, uma das líderes na transição da matriz energética e uma das maiores produtoras de biocombustíveis do Brasil, promove educação para garantir a presença feminina em suas operações.

A companhia tem investido na criação de capacitações com foco nas áreas operacionais das frentes agrícolas como a operação de tratores, colhedoras e caminhões além de cursos para as áreas administrativas, como assistente administrativo e almoxarife. A partir dessa qualificação profissional gratuita, a Atvos tem reforçado seu compromisso com a inclusão e equidade de gênero por meio do Movimento Comunidade. A iniciativa integra um programa robusto de educação dentro do MOVA – Modelo Vivo de Aprendizagem, que busca incentivar novos caminhos profissionais para diferentes públicos da empresa.

Exemplo prático disso é que, a partir do MOVA, mais de 1,2 mil moradoras das regiões próximas às unidades agroindustriais da empresa em Goiás, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul foram capacitadas em aproximadamente um ano e meio. De janeiro de 2023 até hoje, 110 cursos foram realizados com 14 turmas formadas exclusivamente por elas. E até março de 2025, a estimativa é alcançar 3 mil alunos qualificados, com 60% das turmas compostas por mulheres.

Mulheres na agroindústria em MS
(Foto: Divulgação)

Mulheres como Nanci Garcia Leal refletem a transformação no campo proporcionada pela Atvos. Há um ano ela ingressou na Unidade Costa Rica (UCR) no município homônimo, em Mato Grosso do Sul, como motorista pleno. Em poucos meses, tirou habilitação na categoria “E” após muita dedicação, e foi promovida ao cargo de sênior no setor de Tratos Culturais e Herbicidas. 

“A Atvos acreditou em mim e no meu potencial desde o começo e sou muito grata por isso. É um sonho realizado ter um bom trabalho que, ao mesmo tempo, me mantém perto de casa”, diz. Agora Nanci vislumbra continuar ascendendo assim que finalizar um curso de Cargas Indivisíveis. “Podemos e devemos nos capacitar cada vez mais para conquistar novos espaços no agronegócio. Estou muito feliz porque recebi suporte total da liderança da Atvos para conciliar trabalho e estudos, e quero seguir me desenvolvendo dentro da companhia”, revela.

Mulheres na agroindústria em MS
(Foto: Divulgação)

Liliane Sezeraio também é mais um exemplo do protagonismo feminino na Atvos. Há três anos ela vem conquistando seu espaço na Unidade Eldorado da Atvos (UEL), em Rio Brilhante (MS). “Entrei como auxiliar de controle agrícola, virei assistente e fui promovida a líder de Desenvolvimento Agronômico. Sinto que sou valorizada e cada vez mais tenho evoluído pessoal e profissionalmente”, comemora. 

“A oportunidade que a Atvos tem me proporcionado me deixa muito mais esperançosa para o meu futuro. Hoje sou técnica em agropecuária, já concluí quatro cursos de liderança e agora faço faculdade. Acredito que o lugar da mulher também é no agro", garante.

Mulheres na agroindústria em MS
(Foto: Divulgação)

Sibeli da Silva iniciou sua jornada na Atvos como operadora de trator há 14 anos na Unidade Santa Luzia (USL), localizada em Nova Alvorada do Sul (MS). Depois passou a operar colhedora de cana e no período de entressafra tem a oportunidade de apoiar outros setores. “A empresa contribuiu para que eu continuasse com os estudos e me formasse na faculdade de Tecnologia de Produção Sucroalcooleiro”, explica. 

Ainda segundo Sibeli, essa transformação somente foi possível porque a Atvos acreditou no potencial de mulheres como ela. “Hoje percebo que a empresa é uma grande incentivadora das mulheres e foi assim que consegui conquistar minha casa própria, formar minha filha e ajudar muitas pessoas, afirma.

De acordo com a pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), aproximadamente 11 milhões de mulheres trabalham no agronegócio do País. 

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